Sem aviso, ViaMobilidade REDUZ o horário dos bicicletários das Linhas 8 e 9

Redução de horário sem aviso aos usuários e sem debate público

Hoje, 27/01, a ViaMobilidade assumiu a operação das linhas 8 Diamante e 9 Esmeralda, antes sob gestão da CPTM.

Para os ciclistas, isso é uma péssima notícia, pois alguns já tiveram problemas.

Sem aviso, a ViaMobilidade reduziu o horário de operação dos bicicletários nas duas linhas. Antes os bicicletários funcionavam das 04h até às 00h (meia noite), mas agora funcionam somente das 6h às 22h. 

Sob administração da CPTM os bicicletários eram muito usados devido ao seu horário, que permitia às pessoas que deixassem suas bicicletas e pegassem os trens, fazendo a intermodalidade. Porém, com a restrição de horário da ViaMobilidade, muitas pessoas não poderão fazer essa conexão.

A redução de horário foi feita sem aviso e sem debate público, tanto que recebemos relatos de ciclistas que tentaram deixar as suas bicicletas para pegar os trens, mas os bicicletários estavam fechados.

Além disso, a redução de horário inviabiliza o uso do bicicletários por ciclistas que já os utilizavam, assim como desestimula novos usuários. A redução atinge especialmente trabalhadores das periferias que dependem da bicicleta e dos trens para se deslocar. 

Contato com a ViaMobilidade

Nós, do Bike Zona Sul, entramos em contato com a ViaMobilidade pelo telefone (0800 770 7106). A operadora confirmou que desde hoje (27/01) “Todos bicicletários das linhas 8 e 9 estão funcionando das 6h-22h”. Quando questionamos sobre a redução do horário, nos foi informado que “Foi reduzido e esse é o padrão ViaMobilidade”. Também perguntamos o que deve ser feito no horário que o bicicletário está fechado, já que vários ciclistas chegam às estações de madrugada. A atendente disse que não sabia e que “O horário é das 06h às 22h, padrão da ViaMobilidade, e é assim por causa da concessão“.  

DÚVIDAS

Será que o Governo do Estado e a Secretaria de Transportes Metropolitanos autorizaram essa redução de horários? Será que eles se preocuparam com os cidadãos que usam a bicicleta como meio de transporte ao reduzir os horários dos bicicletários nas concessões? Supostamente as concessões deveriam trazer benefícios aos usuários do transporte coletivo, mas não é isso que tem acontecido.

A obra da ViaMobilidade na Estação Santo Amaro caiu e destruiu parte da Ciclovia da Margem Oeste e até agora os ciclistas estão tendo que fazer um desvio pelo Terminal Guido Caloi. Nas estações da Linha 5 Lilás, também operada pela ViaMobilidade, os bicicletários só funcionam se os funcionários da estação estiverem de bom humor, já que não há ninguém para fazer a gestão do espaço (que já funciona em horário reduzido, das 6h-22h). Pior, na Linha 5 Lilás só existem bicicletários entre as estações Santa Cruz e Adolfo Pinheiro, sendo que todo o eixo da Av. Carlos Caldeira e o Capão Redondo não possuem bicicletários.

Ação

É importante que nós, ciclistas, façamos pressão para que esse retrocesso seja evitado.

Ciclista, ajude a pressionar a ViaMobilidade, a Secretaria de Transportes Metropolitanos e o governador João Doria a retomarem o horário antigo dos bicicletários (das 4h às 0h)! 

Entre no post da ViaMobilidade (basta clicar aqui!) e pergunte Por que a @viamobilidadelinhas8e9 vai reduzir o horário dos bicicletários?“. Ao comentar, marque o governador João Doria (@jdoriajr) e a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (@stmsp) .

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(Equipe Bike Zona Sul: Aline Pellegrini, Kristofer Willy, Lucian De Paula, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang)

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BZN_PrefeituraTemDinheiroParaMotofaixaMasNãoParaCiclofaixa

Prefeitura faz motofaixa sem discussão, mas não faz as ciclovias planejadas (Editorial Conjunto)

Estamos em janeiro de 2022, ou seja, quase 1 ano de gestão do prefeito Ricardo Nunes e até agora não foi feita nenhuma ciclovia ou ciclofaixa das previstas para o período 2021-2024. Desde o início de 2021 a Prefeitura alega que “faltam recursos” para implantar as estruturas previstas e para fazer a manutenção das existentes. 

Entretanto, o secretário Ricardo Teixeira está criando motofaixas que não estavam previstas sem diálogo com o Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) e nem com a população. Para uma ciclovia/ciclofaixa ser implantada são exigidos estudos, workshops, debates, audiências públicas… Mas para implantar a motofaixa na Av. 23 de Maio não foi exigido nenhum desses passos, bastou uma reunião com o secretário Ricardo Teixeira. Menos de 1 mês depois, a CET começou a sinalizar as motofaixas. 

Ou seja, a Prefeitura alega que não tem dinheiro para implantar as ciclovias previstas, mas ao mesmo tempo está sinalizando uma motofaixa que não estava planejada e não foi debatida com a população.

Não somos contra os colegas motociclistas, eles estão corretos ao lutar pelos seus direitos da mesma forma que nós lutamos. Porém é curioso ver a agilidade da Prefeitura para sinalizar a motofaixa na Av. 23 de Maio, enquanto as ciclovias e ciclofaixas aprovadas em 2019 (ou desde 1994 no caso das ciclovias das pontes sobre o Rio Pinheiros) nunca saem do papel… 

Por que será que a Prefeitura demora tanto para implantar ciclovias e ciclofaixas? Já foram aprovadas mais de 160 ciclovias em 10 audiências públicas realizadas em 2019  e em outra audiência de 2021, mas mesmo assim a CET ainda não implantou a maioria delas. Mesmo com estudos afirmando que implantar ciclovias/ciclofaixas diminui a quantidade de colisões e atropelamentos, o prefeito Ricardo Nunes não implantou nenhuma ciclovia ou ciclofaixa durante a sua gestão.

São mais de 160 vias nas quais os ciclistas já deveriam estar em segurança, mas ainda correm o risco de serem atropelados pois a Prefeitura não cumpre com a sua responsabilidade.Enquanto isso, a motofaixa foi criada sem debate ou estudos que demonstrem que ela vai reduzir o número de sinistros de trânsito. Pelo contrário, segundo o Boletim Técnico 61 da CET, as motofaixas aumentam a quantidade de colisões com motos.

O gráfico acima demonstra como o número de sinistros de trânsito (antigamente chamados de “acidentes”) aumentou na Av. Sumaré/Paulo VI após a instalação da motofaixa.

O gráfico acima demonstra como o número de sinistros de trânsito também aumentou na Av. Liberdade/R. Vergueiro após a instalação da motofaixa.

Se o objetivo das motofaixas é melhorar a segurança dos motociclistas, não seria melhor implantar mais boxes de moto na frente dos carros nos semáforos? Ressuscitar o programa Frente Segura? 

Ao recriar a motofaixa (agora chamada de “Faixa Azul”, igual ao queijo), o prefeito Ricardo Nunes e o secretário de Mobilidade Ricardo Teixeira estão colocando a vida dos motociclistas em risco. Mais que isso, o prefeito e o secretário estão desrespeitando a sociedade pela falta de diálogo e não execução do planejamento de infraestrutura para ciclistas, pedestres e usuários do transporte coletivo. Ricardo Nunes e Ricardo Teixeira também estão desrespeitando o Plano Nacional de Mobilidade (PlanMob), que prevê que a prioridade nas ruas deve ser dos pedestres, ciclistas e do transporte coletivo.

Parece que o prefeito só quer saber de pedalar em Nova York ou na Ciclofaixa de Lazer, mas não se importa com os problemas dos ciclistas… Com quem ele nunca se reuniu, mesmo tendo prometido… 

Ficam duas perguntas:
1. Será que o prefeito Ricardo Nunes e o secretário Ricardo Teixeira vão implantar os 673 km de novas ciclovias previstas no Plano Cicloviário?
2. Será que eles realmente se preocupam com a segurança dos motociclistas? Será que eles sabem dos dados a respeito das motofaixas antigas?

Esperamos que eles implantem ciclovias nas 160 vias aprovadas em 2019, que foram selecionadas após um longo debate público entre moradores, comerciantes, ciclistas e técnicos da Prefeitura. Afinal, se há verba para motofaixas e espaço na 23 de Maio, há verba e espaço para ciclofaixas em todas as ruas.

(Equipe Bike Zona Sul: Aline Pellegrini, Kristofer Willy, Lucian De Paula, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang / Colaboraram: Anderson Augusto, Felipe Claros, José Bergo, Nathália Forcat, Renata Falzoni, Sasha Hart, Simone Penninck e Vanderlei Torroni)

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Ricardo Nunes pedalou na Ciclofaixa de Lazer, será que vai fazer ciclovias? (Editorial Conjunto)

No dia 19 de dezembro participamos da inauguração da ciclofaixa de lazer na Av. Vital Brasil e Av. Corifeu de Azevedo Marques, no Butantã. O prefeito Ricardo Nunes pedalou acompanhado de Ricardo Teixeira, secretário de Mobilidade e da nossa conhecida Renata Falzoni . Também estiveram presentes os coletivos Bike Zona Oeste, Bike Zona Sul, Bike Zona Norte, Bike Zona Leste e CicloCentro

Ao chegar no local, o prefeito foi entrevistado por Renata Falzoni (veja o resumo aqui!), onde ele se comprometeu:

  • A fazer 300 km de novas ciclovias e ciclofaixas previstos no Plano de Metas 2021-2024 ;
  • Implantar ciclovias nas periferias ;
  • Construir bicicletários em todos terminais de ônibus ;
  • Participar das reuniões da Câmara Temática de Bicicleta (CTB) a cada 3 meses, conforme o regimento da CTB.

Felipe Coutinho e Thomas Wang, do Bike Zona Sul, conversaram com o prefeito, explicaram como a Zona Sul é carente de infraestrutura cicloviária e recebeu pouquíssimas ciclofaixas novas na gestão Bruno Covas (PSDB 2018-2021). O prefeito Ricardo Nunes (MDB), que era vice de Bruno Covas, prometeu dar atenção à Zona Sul. Um dos exemplos que trouxemos foi a conexão das ciclovias da Av. Atlântica e Av. Sen. Teotônio Vilela, região conhecida do prefeito.

Também conversamos com o vereador Rodrigo Goulart (PSD), que apoiou a retirada da Ciclofaixa de Lazer em Interlagos e tentou remover a ciclofaixa da Av. Lourenço Cabreira. Segundo o vereador, na época “a discussão da bicicleta estava muito partidarizada”. Conversamos sobre a falta de ciclovias nas regiões de Parelheiros, Interlagos e Santo Amaro, além da falta de conexão dessas regiões com o Centro. Após a conversa, Goulart aceitou marcar uma reunião conosco em janeiro para discutir ações de mobilidade e ciclismo na Zona Sul.

O vereador George Hato (MDB), conhecido por apoiar pautas esportivas (incluindo a bicicleta) também estava presente. Conversamos sobre a ciclofaixa da Rua Luís Góis (a única implantada em 2021) e a necessidade de mais ciclovias na região da Saúde, Cursino e Jabaquara, além da conexão com Cidade Ademar. George Hato também aceitou marcar uma reunião conosco em janeiro.

Após várias conversas, o prefeito, vereadores e ciclistas presentes pedalaram por cerca de 2 km na Ciclofaixa de Lazer, enquanto vários cicloativistas conversavam com o prefeito (veja aqui!).

Vale lembrar que a Ciclofaixa de Lazer nas avenidas Vital Brasil e Corifeu de Azevedo Marques é nova, porém substitui a da Av. Jornalista Roberto Marinho, que recebeu ciclofaixas em 2019/20. A quilometragem total das Ciclofaixas de Lazer diminuiu, já que a Roberto Marinho contava com cerca de 5,5 km e a Vital Brasil e Corifeu de Azevedo Marques contam com cerca de 3 km. Estamos dialogando com a CET para que os 2,5 km retirados da Roberto Marinho sejam instalados em outro local.

Mais que isso, queremos que mais vias recebam ciclovias e ciclofaixas permanentes, conforme o Plano Cicloviário, que prevê  673km de novas ciclovias até o final de 2024, além dos 663 km existentes. Ou seja, até o final da gestão de Ricardo Nunes, São Paulo deveria ter 1304 km de ciclovias e ciclofaixas. 

Apesar de prometer 300 km de novas ciclovias e ciclofaixas conforme o Plano de Metas 2021-2024 assinado pelo ex-prefeito Bruno Covas, nós consideramos isso muito pouco. Atualmente São Paulo conta somente com 663 km de ciclovias e ciclofaixas para os 20 mil km de vias na cidade. Ou seja, apenas 3% das vias de SP oferecem estrutura segura para os ciclistas.

Prefeito Ricardo Nunes: esperamos que você participe periodicamente das reuniões da Câmara Temática de Bicicleta (CTB), se reúna com ciclistas e implante os 673 km de novas ciclovias previstas no Plano Cicloviário! Faça a diferença e deixe a sua marca como o prefeito que cumpriu integralmente o Plano Cicloviário e ajude a fazer a cidade de São Paulo ficar mais segura e humana!

(Equipe Bike Zona Sul: Aline Pellegrini, Kristofer Willy, Lucian De Paula, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang / Colaboraram: Anderson Augusto, Anderson Sutherland, Caio Guatelli, Felipe Claros, Felipe Coutinho, José Bergo, Renata Falzoni, Sasha Hart, Simone Penninck e Vanderlei Torroni)

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Ricardo Nunes pedalou em Nova York, quero ver pedalar em SP (Editorial conjunto)

Recentemente, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) pedalou na cidade de Nova York com Aline Cardoso (secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho), acompanhados de alguns outros funcionários da Prefeitura. Tiraram fotos, elogiaram as ciclofaixas, adoraram as bicicletas de aluguel/compartilhadas de lá… Mas e aqui? 

Em agosto de 2021, ciclistas da Câmara Temática de Bicicleta (CTB) convidaram o prefeito e o secretário Ricardo Teixeira, na época recém empossado na Secretaria de Mobilidade e Trânsito (SMT), para pedalarem, mas até agora não obtiveram uma resposta. Já fazem 4 meses que o convite foi feito e até agora o prefeito e o secretário não demonstraram o mínimo interesse em conhecer as necessidades cotidianas dos ciclistas paulistanos. Pior, o prefeito nem sequer apareceu nas reuniões da CTB ou do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes (CMTT), conforme determina o regimento de ambos. 

Ao mesmo tempo, a Secretaria de Mobilidade e Trânsito cria obstáculos para candidatos a conselheiros/as da sociedade civil na eleição do CMTT. A Prefeitura exigiu que todos os candidatos sejam filiados a alguma organização ou entidade que tenha registro no CENTS (Cadastro Único das Entidades Parceiras do Terceiro Setor), necessário para quem possui parcerias com a Prefeitura. A exigência é descabida já que o CENTS é requisito para firmar parcerias onerosas ao poder público, ao passo que os conselheiros exercem o cargo de forma voluntária e os conselhos não recebem verba pública. Mais que isso, por que a Prefeitura está exigindo filiação a entidades que sejam parceiras? A exigência da Prefeitura pretende colocar nos conselhos entidades que recebam verbas públicas e, assim, pretende reduzir as críticas da sociedade civil. Isso faria o CMTT se tornar um espaço de cartas marcadas, onde o debate se tornaria praticamente nulo. É, no mínimo, um conflito de interesses colocar pessoas que recebam verba pública na condição de conselheiros (e fiscais) de serviços públicos. Como alguém pode ser crítico às ações da Prefeitura quando é pago pela mesma? 

Os atuais membros do CMTT, CTB, CTMP (Câmara Temática de Mobilidade a Pé), coletivos, entidades e a própria Comissão Eleitoral do CMTT solicitaram que a Prefeitura remova as cláusulas que exigem filiação a uma entidade que possua o CENTS, porém a SMT ignorou essas solicitações e o prazo para candidatos se inscreverem acaba nesta data, 13 de dezembro… E a Prefeitura nem se deu ao trabalho de responder aos e-mails enviados ao longo dos últimos meses.

Ao mesmo tempo, Ricardo Nunes pedalou em Nova York e os ciclistas paulistanos se arriscavam pelas ruas paulistanas, já que em 2021 foi implantada somente uma ciclofaixa: a da Rua Luís Góis. Com cerca de 2 km, mas ainda sem um trecho importante, mesmo esse segmento tendo sido proposto pela CET em 2019. Pior, a SMT diz que não implantou o trecho necessário para “não retirar vagas de estacionamento” (Ofício 085/SMT), contrariando o Plano Cicloviário (Decreto Municipal nº 56.834/2016), o Plano Diretor (Lei Municipal nº 16.050/2014) e o Plano Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12).

Antes de falecer, o ex-prefeito Bruno Covas prometeu 300 km de novas ciclovias, o que já era pouco pois o Plano Cicloviário previa 673km de novas ciclovias até o final de 2024, além dos 663 km existentes. Ou seja, até o final da gestão Covas-Nunes, São Paulo deveria ter 1304 km de ciclovias e ciclofaixas. Porém, estamos em dezembro de 2021 e temos só 663 km de ciclovias e ciclofaixas, o que é muito pouco quando comparado aos 20 mil km de vias em São Paulo.

Será que isso importa para o prefeito Ricardo Nunes? Ele pedalou em Nova York, mas será que já pedalou em São Paulo? Mesmo o bairro do prefeito possui pouquíssimas ciclovias, assim como a maior parte da Zona Sul não possui infraestrutura cicloviária, e muitas das ciclovias/ciclofaixas que existem ainda não chegam ao Centro da cidade…

Prefeito Ricardo Nunes: aproveite a oportunidade para conhecer a relação da cidade de São Paulo com a bicicleta. Queremos que você seja mais que um turista brasileiro de bicicleta em Nova York e se torne o prefeito que cumpriu integralmente o Plano Cicloviário da Cidade de São Paulo. Faça a diferença e ajude a tornar São Paulo mais segura.

(Equipes Bike Zona Sul: Aline Pellegrini, Kristofer Willy, Lucian De Paula, Marivaldo Lopes, Paulo Alves e Thomas Wang / Colaboraram: Anderson Augusto, Caio Guatelli, Guilherme Moraes, Rafael Calabria, Renata Falzoni, Sasha Hart, Simone Penninck e Vanderlei Torroni)

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Ofício 022/2021 da Câmara Temática de Bicicleta: Questionamento quanto à exigência de CNPG e CENTS para candidatos ao CMTT

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Veja o Mapa de Infraestrutura Cicloviária da CET aqui: http://cetsp1.cetsp.com.br/mapabasico/map.aspx?map=infraciclo .

Confira o mapa do Bike Zona Sul de Ciclovias em SP e Rotas na Zona Sul: https://bit.ly/BZS_CicloviaseRotas (Dica: é mais completo e mais atualizado que o da CET!).

Av. Mateo Bei

Ofício 020/2021 da Câmara Temática de Bicicleta: Sugestões de priorização para expansão do programa Ciclofaixa de Lazer

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Ofício 020/2021 da Câmara Temática de Bicicleta: Inclusão da CTB em todas iniciativas que envolvam temas sobre bicicleta, mobilidade e intermodalidade na Prefeitura de SP

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BZS_Pedestres e ciclistas na Rua Luis Góis

Ofício 019/2021 da Câmara Temática de Bicicleta: Ciclofaixa da Rua Luis Góis (Subprefeitura Vila Mariana)

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Relato da reunião com a vereadora Sandra Tadeu sobre bicicletas compartilhadas (19/10/2021)

Ontem, 19/10, o Bike Zona Sul, Vá de Bike, Aliança Bike e Pedala Itaquera estiveram com a vereadora Dra. Sandra Tadeu para discutir o Projeto de Lei 259 (PL), que previa a proibição da instalação de bicicletas compartilhadas na frente de prédios residenciais e comerciais.

Inicialmente fomos recebidos pelo chefe de gabinete, Adauto Júnior, com quem conversamos sobre a legislação existente sobre as bicicletas compartilhadas. Daniel Guth (Aliança Bike) explicou o histórico das bicicletas compartilhadas na cidade de São Paulo. Ao mesmo tempo, Willian Cruz (Vá de Bike) e Thomas Wang (Bike Zona Sul) contaram suas experiências com sistemas de bicicletas compartilhadas em Londres (Inglaterra), Paris (França), Nova York e Los Angeles (EUA).

Já com a vereadora, todos leram o projeto e ela explicou que o objetivo do PL era melhorar o sistema, incentivando a instalação de mais estações, em especial nas periferias. Ela contou que já havia tido contato com a equipe da Tembici sobre a expansão do sistema para Itaquera, na Zona Leste. Após conversar sobre a instalação de estações e seus benefícios para os locais onde são instaladas, a própria vereadora percebeu que a redação do Projeto de Lei não estava adequada. A vereadora Sandra Tadeu se comprometeu a buscar mais informações sobre o tema e retirar o PL da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal.

Além disso, a vereadora concordou em reescrever o PL com a ajuda dos ciclistas presentes e dos conselheiros e conselheiras da Câmara Temática de Bicicleta (CTB-CMTT). Ela também se comprometeu a marcar uma reunião com o secretário Ricardo Teixeira e o secretário executivo Levi Oliveira para discutir a ampliação dos sistemas de compartilhamento de bicicletas para as periferias.

Esperamos que a vereadora Sandra Tadeu mantenha o contato conosco e com os demais ciclistas presentes. Acreditamos que o diálogo e dados são a base para buscarmos melhorias para a cidade. Queremos trabalhar juntos com ela, outros vereadores, a Prefeitura e empresas para levar as bicicletas compartilhadas para fora do Centro Expandido, assim como mais ciclovias nas periferias.

(Equipe Bike Zona Sul: Thomas Wang / Colaboraram Daniel Guth, Sergio Telles e Willian Cruz)

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Martiniano de Carvalho

Ofício 018/2021 da Câmara Temática de Bicicleta: Lista de ciclovias e ciclofaixas removidas, suspensas e interrompidas

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